Sunday, August 06, 2006

 

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GENERALIDADES Organização do Corpo Humano

Você está iniciando o estudo do corpo humano e pode aprender como ele é organizado e como funciona. Para entender o que acontece com o corpo quando ele é ferido, está doente ou submetido ao estresse elevado, você deve primeiramente ter um entendimento básico de como o corpo é organizado, de como suas diferentes partes normalmente funcionam e das várias condições que afetarão o seu funcionamento para manter a saúde e a vida.Você será introduzido aos vários sistemas que compõem o corpo humano. Você também aprenderá como estes sistemas, em geral, cooperam entre si, para manter a saúde do corpo como um todo e como estes sistemas interagem para mantê-lo saudável.Definição de Anatomia e FisiologiaPara entender as estruturas e as funções do corpo humano, estudaremos as ciências da anatomia e da fisiologia. A anatomia (anatome = cortar em partes, cortar separando) refere-se ao estudo da estrutura e das relações entre estas estruturas. Afisiologia (physis + lógos + ia) lida com as funções das partes do corpo, isto é, como elas trabalham. A função nunca pode ser separada completamente da estrutura, por isso você aprenderá sobre o corpo humano estudando a anatomia e a fisiologia em conjunto. Você verá como cada estrutura do corpo está designada para desempenhar uma função específica, e como a estrutura de uma parte, muitas vezes, determina sua função. Por exemplo, os pêlos que revestem o nariz filtram o ar que inspiramos. Os ossos do crânio estão unidos firmemente para proteger o encéfalo. Os ossos dos dedos, em contraste, estão unidos mais frouxamente para permitir vários tipos de movimento.
Níveis de Organização Estrutural
Objetivo: Descrever os níveis de organização estrutural que compõem o corpo humano.O corpo humano consiste de vários níveis de organização estrutural que estão associados entre si. Resposta: Nível orgânico.

O nível químico inclui todas as substâncias químicas necessárias para manter a vida.As substâncias químicas são constituídas de átomos, a menor unidade de matéria, e alguns deles, como o carbono (C), o hidrogênio (H), o oxigênio (O), o nitrogênio (N), o cálcio (Ca), o potássio (K) e o sódio (Na) são essenciais para a manutenção da vida. Os átomos combinam-se para formar moléculas; dois ou mais átomos unidos. Exemplos familiares de moléculas são as proteínas, os carboidratos, as gorduras e as vitaminas.As moléculas, por sua vez, combinam-se para formar o próximo nível de organização: o nível celular. As células são as unidades estruturais e funcionais básicas de um organismo. Entre os muitos tipos de células existentes em seu corpo estão as células musculares, nervosas e sangüíneas. A Figura acima mostra quatro tipos diferentes de células de revestimento do estômago. Cada uma tem uma estrutura diferente e cada uma desenvolve uma função diferente.O terceiro nível de organização é o nível tecidual. Os tecidos são grupos de células semelhantes que, juntas, realizam uma função particular. Os quatro tipos básicos de tecido são tecido epitelial, tecido conjuntivo, tecido muscular e tecido nervoso. As células na Figura acima formam um tecido epitelial que reveste o estômago. Cada célula tem sua função específica na digestão.Quando diferentes tipos de tecidos estão unidos, eles formam o próximo nível de organização: o nível orgânico. Os Órgãos são compostos de dois ou mais tecidos diferentes, têm funções específicas e geralmente apresentam uma forma reconhecível. Exemplos de órgãos são o coração, o fígado, os pulmões, o cérebro e o estômago. A Figura acima mostra os vários tecidos que constituem o estômago. A túnica serosa é uma camada de tecido conjuntivo e tecido epitelial, estando localizada na superfície externa do estômago, que o protege e reduz o atrito quando o estômago se move e roça em outros órgãos vizinhos. As camadas de tecido muscular do estômago estão localizadas abaixo da túnica serosa e contraem-se para misturar o bolo alimentar e transportá-la para o próximo órgão digestório (intestino delgado). A camada de tecido epitelial que reveste o estômago produz muco, ácido e enzimas que auxiliam na digestão.O quinto nível de organização é o nível sistêmico. Um sistema consiste de órgãos relacionados que desempenham uma função comum. O sistema digestório, que funciona na digestão e na absorção dos alimentos, é composto pelos seguintes órgãos: boca, glândulas salivares, faringe (garganta), esôfago, estômago, intestino delgado, intestino grosso, fígado, vesícula biliar e pâncreas.O mais alto nível de organização é o nível de organismo.Todos os sistemas do corpo funcionando como um todo compõem o organismo - um indivíduo vivo.

 

Generalidades




Generalidades Masculinas

Quem está com dor-de-cotovelo passa a ter dor de cúbito. Se alguém estiver com dor de barriga poderá dizer que anda sofrendo do sistema digestório. A nova terminologia foi anunciada mundialmente no dia 28 de agosto de 1997 em São Paulo, na reunião Federação Internacional das Associações de Anatomistas. Cerca de mil nomes dos seis mil atuais são alterados, numa decisão conjunta de 21 anatomistas que representam 18 países. A nomenclatura que entra em vigor visa a facilitar o estudo anatômico e por isso ela será descritiva ou informativa: nomes de pessoas (como trompa de Eustáquio) serão vetados. O principal organizador desse evento internacional é o secretário-geral do Comitê Federativo de Terminologia Anatômica, o professor e médico brasileiro Liberato Di Dio, 80 anos (2001).O Corpo Humano-Por que mudar os nomes?Di Dio-Estamos lutando por isso há anos. O objetivo é a uniformização da terminologia anatômica. Vai haver maior precisão. Vasectomia, por exemplo, pode se chamar deferentectomia, porque descobrimos que não cortamos um vaso, mas um duto.O Corpo Humano-Quanto tempo levara para as pessoas se acostumarem com a nova nomenclatura ?Di Dio-Cerca de uma década.O Corpo Humano - Mudamos a nomenclatura mas a anatomia continua a mesma. ( Dr. José Paulo Narciso da Rocha - Cirurgião Dentista)
System nervous, endocrine, digestive, urinary, respiratory, circulatory, immune, lymphatic, reproductive, skeletal, muscular e integumentary
GeneralidadesAs ciências biológicas se dividem em ciências naturais e ciências experimentais. As ciências naturais baseiam-se exclusivamente sobre a observação e descrição do que a natureza nos oferece. As ciências experimentais, ao contrário, vão além, fundam-se na experiência; na verdade, em vez de observar simplesmente os fenômenos, são eles reproduzidos.As ciências naturais e as ciências experimentais, consideradas no seu desenvolvimento, constituem duas fases sucessivas do conhecimento humano. As ciências naturais, que são passivas ou contemplativas, constituem a primeira fase, enquanto as ciências experimentais, ativas, constltuem a segunda. As ciências naturais servem, pois, de ponto de apoio às ciências experimentais.Os seres viventes são muito diversos das coisas materiais, mesmo tendo em comum, com estas, as propriedades físico-químicas. O método descritivo das ciências naturais limita-se a comparar os seres vivos às figuras geométricas: observa como são feitos e os descreve, constata como uma planta ou um animal está disposto no espaço. O método experimental, ativo, intervém modificando ds fenômenos naturais, reproduzindo-os artificialmente. Parte ele do princípio que nos seres vivos não há nada de substancialmente diverso daquilo que existe nas coisas materiais, se não uma maior complexidade. O cientista se esforça, portanto, em reproduzir as funções dos seres vivos e os fenômenos físico-químicos. Quando consegue isso, os resultados são concatenados e tem-se a explicação do fenômeno que se queria estudar. A ciência passa, portanto, da descrição ao conhecimento das causas.Os dois métodos, na realidade, não estão em antagonismo mas se completam reciprocamente. Uma ciência biológica particular, como a histologia ou a bacteriologia, vale-se tanto dos dados descritivos como dos dados experimentais.As ciências biológicas, além disso, utilizam-se de muitas noções que pertencem , as ciências exatas, como a geometria, a matemática, a física e a química. Os progressos da biologia são devidos, também, à integração de uma ciência com outra. Os seres vivos são estudados sob um duplo ponto de vista: o morfológico e o fisiológico; em outras palavras, um ser vivo se estuda como é feito (morfologia) e como funciona (fisiologia). No campo da morfologia devem-se distinguir particulares subdivisões: a anatomia macroscópica, que estuda as disposições internas dos órgãos e dos aparelhos, bem como as suas relações; a anatomia microscópica que estuda a estrutura íntima dos órgãos; a citologia, que estuda as células, das quais os tecidos são constituídos.A fisiologia, por sua vez, estuda as funções dos diversos aparelhos, dos órgãos, dos tecidos, das células. A fisiologia é substancialmente uma física e uma química aplicadas aos seres vivos.Não basta, porém, conhecer como é constituído e como funciona um ser vivo; importa saber como se desenvolve. É esta a finalidade da embriologia. O desenvolvimento de um único indivíduo constitui a ontogênese, o desenvolvimento da espécie constitui a filogênese.Os fenômenos de hereditariedade são estudados na genética.Todos os fenômenos biológicos são extremamente complexos, porque o próprio maravilhoso fenômeno da vida fica na sua essência misterioso. Escrevia, a propósito, Claude Bernard: "Admitindo-se mesmo que os fenômenos vitais devam ser ligados a fatos físico-químicos, isto não basta para explicá-los. Não é uma concorrência casual de fenômenos físico-químicos que dá vida a qualquer ser. Há como que um desígnio preestabelecido para todo ser vivo e para todo órgão que o compõe; considerados nas suas relações, todo órgão e todo ser parecem ligados entre si por laços especiais; como se mão invisível os tivesse conduzido para o lugar que ocupam. A mais simples meditação nos faz descobrir que o ser vivo é dotado de um quid particular e está colocado em uma posição preestabelecida".Não há uma física e uma química de laboratório e uma física e uma química dos seres vivos: as leis gerais são as mesmas nos dois casos. O que é diferente é o procedimento por meio do qual se operam as transformações; o químico, para obter certos resultados, terá necessidade, por exemplo, de uma temperatura elevada, enquanto a planta ou o animal obtém o mesmo resultado muito mais facilmente e de maneira, certamente, mais econômica.A biologia admite uma redução dos fenômenos da vida a fenômenos físico-químicos; mas esta deve estudar, também, a maneira pela qual os fenômenos se apresentam nos seres vivos para estabelecer as suas características, e os modos particulares pelos quais os fenômenos físicos e químicos têm lugar nos vegetais e nos animais.A tipologia é a parte da biologia que, sem sair das leis gerais que regem a matéria, põe em evidência o que a física e a química dos seres vivos têm de especial em confronto com a química e a física das coisas materiais e a biologia que o químico realiza no seu laboratório. As leis específicas que distinguem os seres vivos não são consideradas como uma derrogação das leis gerais, mas como um modo particular de manifestação das leis gerais.Dessas ciências todas se vale a medicina.
Generalidades Femininas

As mudanças - Dezessete exemplos de partes do corpo humano que os anatomistas mudam o nome1De: corpo pineal - Para: glândula pinealAntes se usavam os dois nomes porque havia dúvidas se era mesmo uma glândula. estudos comprovoram que é.2De: osso malar - Para: osso zigomáticoMalar vem do nome popular maçã do rosto. Prefiriu-se agora o nome científico zigoma.3De: pomo-de-adão - Para: proeminência laríngeaAo contrário do que o nome dava a entender, essa proeminência existe em homens e mulheres. Pomo significa um tipo de fruta polpuda, como a maçã. Passou a designar esse caroço porque se dizia que um pedaço da maçã do pecado original ficou engasgado no pescoço de Adão e seus descendentes.4De: artéria mamária interna - Para: artéria torácica internaEssa artéria dá ramos para para a mama, mas também irriga outros órgãos. Optou-se, então. por um nome genérico.5De: aparelho digestivo - Para: sistema digestórioAparelho é a soma de dois ou mais sistemas. Na digestão, há apenas um envolvido. digestivo significa que facilita a digestão. O certo é digestório, onde se dá a digestão.6De: trompa de Falópio - Para: tuba uterinaTuba é uma descrição mais próxima da realidade anatômica do que trompa, inspirada no instrumento musical. O nome do cientista que a descreveu é substituído pela localização.7canal analÉ um órgão novo. Antes era tratado apenas como a porção final do reto. Mas como tem morfologia e fisiologia diferentes, decidiu-se considerá-lo como órgão.8sistema imunitárioNão existia. Foi incluído porque estudos da imunologia avançaram tanto que comprovaram tratar-se de um sistema.9De: tendão de Aquiles - Para: tendão calcânioA mitologia foi trocada pelo cientificismo. Calcânio é o osso ao qual o tendão se prende.10De: perônio - Para: fíbulaPerônio é o diminuitivo de peroné, que em francês quer dizer cravelha, o botão que ajusta as cordas do violino. Nenhuma relação com o osso. Fíbula significa união. E a fíbula une a parte superior com a inferior da tíbia.11De: rótula - Para: patelaRótula em latim significa rodinha. Patela, disco chato. O novo nome corresponde melhor ao formato do osso.12De: válvula ileocecal - Para: papila ilealO órgão que fica na passagem do intestino delgado para o grosso não se parece e não tem a função de válvula. ficou paipila porque se parece com os mamilos e ileal para precisar melhor a localização.13De: cúbito - Para: ulnaTinha esse nome porque cúbito quer dizer cotovelo, e o osso sai do dedo mínimo e vai atéo cotovelo. Mas não é o único que chega até lá. O rádio também.14De: músculo cucular - Para: músculo trapézioO nome antigo é inspirado no capuz (cuculo, em latim) usado pelos frades. O capuz caído sobre as costas delineia o formato do músculo. Tamanha imaginação foi preterida pela simplicidade de trapézio.15De: amigdala - Para: tonsila palatinaAntes havia duas amigdalas. Agora, amigdalas é apenas um órgão do sistema nervoso. A da garganta mudou de nome.16De: osso maxilar inferior e maxilar superior - Para: mandíbula e maxilaEra errado considerar a mandíbula como maxilar inferior.17De: trompa de Eustáquio - Para: tuba auditivaMesmo motivo da tuba uterina.
O corpo rebatizadoO novo dicionário de anatomia, acaba com a confusão de nomes dos órgãos humanosUm seleto grupo de 21 cientistas trabalha em silêncio na esperança de que em breve ninguém mais fale em operação de amígdala. Eles torcem para que os jogadores de futebol deixem de sofrer por machucar a rótula e pretendem que a esterilização de mulheres não seja mais feita com a laqueadura das trompas de Falópio.Os 21 anatomistas que formam o Comitê Federativo de Terminologia Anatômica estudam mudanças nos nomes dessas e de outras partes do corpo humano. Eles foram eleitos por colegas de mais de trinta países para elaborar uma nova terminologia anatômica. A listagem vai substituir a atual, de 1980, desatualizada e, pior, não aceita em diversos lugares. "Nosso desafio está sendo elaborar uma nomenclatura que seja usada universalmente", afirma o professor doutor brasileiro Liberato John DiDio, secretário-geral do comitê.O desafio é mesmo difícil. Desde 1895, quando foi aprovada a primeira nomenclatura oficial, os anatomistas buscam um consenso. A lista original já foi revisada, ampliada e modificada quatro vezes. Nos congressos internacionais, selam-se compromissos de assumir a padronização, e mesmo assim os nomes variados para os mesmos órgãos continuam. O corpo humano precisa de cerca de 6 000 nomes para que todas as suas partes macroscópicas sejam descritas. "Desta vez, estamos fazendo uma revisão profunda e a intenção é padronizar", diz José Carlos Prates, da Universidade Federal de São Paulo, que também é membro do comitê.A maior parte das novidades contidas na nomenclatura diz respeito às artérias cerebrais e à descrição minuciosa do sistema nervoso. Há detalhes importantes. "A tomografia exige que conheçamos cada artéria do cérebro, e isso passou a ser muito valioso para os neurocirurgiões", explica Prates. Graças às pesquisas do doutor DiDio, o fígado passou a ter oito segmentos identificados. Antes eram quatro. "Isso permite que um único doador possa fornecer fígado para o transplante em oito crianças", diz DiDio, atualmente na direção da Universidade de Santo Amaro.PATRIOTISMO - A lista de novos nomes também tem a preocupação de acabar com os epônimos, termos que levam o nome do cientista que primeiro descreveu o órgão.Alguns desses termos contêm incorreções históricas. Antes de Eustáquio descrever a tuba auditiva, no século XVI, por exemplo, os gregos já a conheciam 400 anos antes de Cristo. Muitos epônimos só sobrevivem em função de patriotadas teimosas. É o caso do ligamento inguinal, que fica na virilha. Ele é chamado de ligamento de Falópio pelos italianos conterrâneos de Falópio e de ligamento de Poupart pelos franceses. Os cientistas também pretendem promover algumas mudanças no vocabulário que podem tornar-se curiosas. Em português, costuma-se falar de sistema digestivo, de órgãos olfativo e gustativo. Mas o correto é a terminação ório, que significa onde se dá determinado fato. Assim, eles querem que se passe a falar em sistema digestório e órgãos olfatório e gustatório.O problema dos anatomistas é que ninguém muda nada por decreto. O nome pomo-de-adão, por exemplo, traz uma referência bíblica, sugerindo que a maçã do pecado original ficou engasgada no primeiro homem. Tendão de Aquiles remete a um mito do tempo de Homem, quando nem existiam registros escritos. Além disso, são nomes que para os leigos fazem muito mais sentido do que proeminência laríngea ou tendão calcâneo. Mas os anatomistas não estão interessados na tradição ou na simplicidade. A questão para eles é a precisão científica e a universalização. A favor desta última, eles têm o desejo das publicações médicas internacionais de que haja uma padronização e a promessa de que elas passarão a só publicar trabalhos que utilizem o novo padrão. A pressão surtirá efeito nos meios acadêmicos. Mesmo assim, ainda devem passar muitos anos até que os jogadores de futebol chamem a rótula de seus joelhos de patela.


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